Ativista paraense integra flotilha interceptada por Israel durante missão humanitária a Gaza
Uma ativista paraense e mais três brasileiros estão detidos desde a interceptação de uma flotilha humanitária por Israel em águas internacionais, na segunda-feira (18). Segundo organizações que acompanham o caso, ela e os integrantes seguem sem contato com advogados e sem acesso consular.
Em nota nesta quarta-feira (20), o Ministério de Relações Exteriores afirmou que reitera "seu repúdio à interceptação, em águas internacionais, das embarcações integrantes da flotilha e à detenção de seus participantes — ambas ações ilegais".
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O g1 procurou a Embaixada de Israel no Brasil, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem. Além da paraense Beatriz Moreira de Oliveira, outros três brasileiros participavam da missão internacional: Ariadne Teles, Cassio Guedes e Thainara Rogério.
O Itamaraty informou que o "Brasil demanda libertação imediata de todos os ativistas detidos, incluindo de quatro cidadãos brasileiros, assim como pleno respeito a seus direitos e a sua dignidade, em linha com os compromissos internacionais assumidos pelo Estado de Israel".
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